O
acordo assinado [no dia 18] entre o governo [português], os patrões e a
UGT estabelece a eliminação do descanso compensatório por trabalho
suplementar. Ou seja, trabalhar num sábado passará a traduzir-se apenas
num acréscimo de remuneração, que não acumula com um dia de descanso. A
medida consta da versão final do "Compromisso para o Crescimento,
Competitividade e Emprego", e terá "carácter imperativo". Isto é, os
patrões deixarão de ter a opção de escolher entre as duas formas de
compensação. Na prática, isso significa que os empregados poderão ser
chamados a trabalhar seis dias por semana, até um máximo de 25 vezes no
ano (
Diário de Notícias).
"Com os bancos de horas agora aprovados, vai ser possível trabalhar até
25 sábados por ano. Se um ano tem apenas 52 sábados e se contarmos com
os sábados das férias, concluímos que o descanso no domingo é o único
dia que fica garantido", disse à Lusa o secretário geral da CGTP,
Carvalho da Silva (
Diário de Notícias).
O governo de Portugal e sindicatos fecharam [na terça-feira 17] um
acordo sobre um pacote de reformas trabalhistas sob os termos de um
plano de resgate econômico patrocinado pelo Fundo Monetário
Internacional (FMI) e a União Europeia (UE).
Para obter o apoio da União Geral de Trabalhadores (UGT), uma das
maiores centrais sindicais, o governo derrubou uma de suas principais
propostas: o aumento de oito para oito horas e meia da jornada de
trabalho.
Entre outras medidas, o acordo encurta o período de férias de 25 para 22
dias por ano e elimina quatro feriados nacionais, dois religiosos e
dois civis. Além disso, flexibiliza a maneira como as empresas
administram as horas extras dos funcionários. Também aumentou de 200
para 250 o limite de horas extras quando a negociação é feita por
convenção coletiva. [...]
O primeiro-ministro Pedro Passos Coelho celebrou o acordo, dizendo que
“temos hoje uma importante coligação social” em Portugal. Ele agradeceu
“a todos aqueles que saem da sua zona de conforto” e encontraram “a
abertura necessária” para o acordo. Já o sindicalista Arménio Carlos, da
CGTP, disse que o acordo é um “retorno ao feudalismo” que aumentará a a
desigualdade e a pobreza” no país.
Portugal é um dos países mais afetados pela crise da dívida na Europa e
vem adotando medidas de austeridade para receber um socorro de 78
bilhões de euros (
Valor Econômico).
Nota do blog Minuto Profético:
"Os sindicatos serão um dos instrumentos que trarão sobre a Terra um
tempo de angústia tal como nunca houve desde o princípio do mundo"
(Ellen White,
Eventos Finais, p. 116).
O tempo de angústia mencionado no texto acima é o de Daniel 12:1.
Portanto, a atual crise econômica e todas as "reformas trabalhistas" que
forem surgindo ao redor do mundo daqui para frente também evidenciam
que a crise final está às portas...
Em tempo: "Após Portugal, agora é a vez de Espanha, França e
Itália impulsionarem por profunda flexibilização do mercado de trabalho,
alegando que isso é essencial para evitar ainda mais desemprego em meio
à deterioração econômica" (
Valor Econômico).
"Tanto no Velho como no Novo Mundo o papado receberá homenagem pela
honra prestada à instituição do domingo, que repousa unicamente na
autoridade da Igreja de Roma" (Ellen White,
O Grande Conflito, p. 579).
"A história se repetirá. A religião falsa será exaltada. O primeiro dia
da semana, um dia comum de trabalho que não possui santidade alguma,
será estabelecido como o foi a estátua de Babilônia. A todas as nações,
línguas e povos se ordenará que venerem esse sábado falso" (
Eventos Finais, p. 134, 135).